Embora não seja oficialmente declarado, o fumo (ou tabaco) é patrimônio histórico da Bahia. A cultura existe há 450 anos e o recôncavo é quase marca registrada dos charutos que nele se fabricam há quase cerca de dois séculos. No entanto, os tempos áureos se foram e, após anos de declínio, o setor entrou no momento mais crítico de sua história. Com enfoque no conceito de cadeia produtiva, e olhar crítico, o prof. Jean Baptiste Nardi traz uma nova visão da realidade da cultura e da indústria do tabaco e perspectivas para o futuro.