Nesta história divertida apresento a pequena Luiza, que tenta entender como o tempo pode ser tão relativo e funcionar de forma diferente para cada um de nós. Além do humor que adoro abordar em quase todas as minhas histórias, aproveito também para nos desafiar para uma reflexão valiosa: Como, crianças e principalmente nós adultos (já me incluindo), estamos lidando com o tempo e a velocidade das informações no nosso dia a dia
Esta é a história de Luiza, uma menina muito curiosa que questiona se o relógio tem vontade própria e o poder de apressar ou atrasar as horas. Quem já não pensou em ter esse poder?
Mas será que ela precisa mesmo se preocupar tanto com a passagem do tempo? Ou é melhor esquecer o relógio e aproveitar a infância em toda sua plenitude?
Uma divertida história sobre aquela sensação de que quando estamos fazendo algo prazeroso as horas parecem voar, mas nos momentos que consideramos chatos o relógio parece mesmo parar e nos desafiar. Será que podemos aprender e preparar nossas crianças para lidar com esta velocidade dos dias de hoje, transformando o tempo em um aliado poderoso ao invés de vê-lo como o um vilão da vida real?