Talento precoce da inglesa Mary Shelley, que aos 19 anos concebeu a extraordinária história do Dr. Frankenstein, num exercício formidável de exploração das fronteiras da imaginação, encontra em Taisa Borges uma intérprete especial. Nesta versão de Frankenstein em quadrinhos, Taisa capta, com seu esmerado traço, a angústia da criatura frente à sua solidão, a angústia gerada na fricção entre natureza e cultura.