Com seu primeiro livro (Heléboro,1974), Ruy Espinheira Filho foi considerado por Carlos Drummond de Andrade autor de uma poesia concentrada e de sutil expressão . Poesia e prosa hoje já consagradas pela crítica, detentoras de alguns dos mais importantes prêmios literários do Brasil, como o Prêmio Nacional de Poesia Cruz e Sousa (As sombras luminosas, 1981), o Prêmio Rio de Literatura (Ângelo Sobral desce aos infernos - 2º lugar, romance, 1985), o Prêmio Ribeiro Couto (Memória da chuva,1996, poesia), o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras (Elegia de agosto e outros poemas, 2006) e o Prêmio Jabuti - 2º lugar (Elegia de agosto, 2006). Finalista do Prêmio Nestlé em 1986 (O rei Artur vai à guerra, 1987, novela juvenil) e em 1997 (Memória da chuva) e de três prêmios Jabuti (Memória da chuva, 1997, Tumulto de amor e outros tumultos â criação e arte em Mário de Andrade, ensaio, 2002, Sob o céu de Samarcanda, 2010, poesia), do Prêmio Rio de Literatura, em 2018, com Babilônia & outros poemas e, com romances (Um rio corre na Lua e De paixões e de vampiros â uma história do tempo da Era), indicado ao Prêmio Portugal Telecom, 2008 e 2009, indicação também em poesia com Sob o céu de Samarcanda, 2010, e A casa dos nove pinheiros, 2013, Ruy teve seu poema infantil, A guerra do gato, selecionado pelo programa Minha Biblioteca, da Câmara Brasileira do Livro e do Governo de São Paulo. A antologia de poemas Para onde vamos é sempre ontem (2014), organizada por Leo Cunha, foi considerada, pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), como um dos melhores livros publicados no Brasil naquele ano, participando do catálogo da Feira do Livro de Bologna e incluído no acervo básico da FNLIJ.
Em 1998 Ruy foi eleito um dos 20 poetas contemporâneos mais importantes do Brasil, consulta promovida pela Fundação Biblioteca Nacional a escritores, críticos, professores e jornalistas de Cultura de todo o país. E, em 2017, escolhido como Autor Homenageado da Flica - Festa Literária Internacional de Cachoeira, Bahia.