O Canal Conde dos Arcos, foi uma obra visionária, intentada no início do Século XIX, muito antes dos Canais de Suez e do Panamá, pelo intelectal e nobre português Marcos de Noronha e Brito, o Oitavo Conde dos Arcos, que governou a Bahia entre 1810 e 1818, sendo o principal responsável por um surto de modernização da Bahia no Período Joanista. O livro do historiador Franklin Oliveira Jr., é uma versão revisada e desenvolvida do Laudo Técnico que preparou para a gerência regional da Secretaria de Patrimônio da União. Seu estudo serviu para devolver a dominialidade dos terrenos da península itapagipana aos próprios proprietários que ficaram isentos de pagar fôro e taxa à União.