Todo ato de escrita implica, na verdade, o emprego de uma força ou de uma dissonância - que aqui chamamos de elemento. No caso em questão, trata-se de um elemento bruto e de uma força renhida, uma força muito mais de separação do que de reforço de vínculo - uma força de cisão e de real isolamento, aplicada exclusivamente sobre si mesma e que busca se eximir do resto do mundo ao mesmo tempo que almeja, em última intância, assegurar o domínio sobre ele. Na verdade.