Achei que meu pai fosse Deus é uma coletânea de centenas de histórias reais escritas por pessoas de todos os cantos dos Estados Unidos e organizadas pelo renomado escritor americano Paul Auster. Tudo começou quando Auster foi convidado a fazer um programa mensal numa rede de emissoras públicas de rádio dos Estados Unidos. Não estava disposto a aceitar o convite, mas sua esposa lhe deu uma idéia: em vez de escrever as histórias, pedir aos ouvintes que mandassem as suas. O romancista selecionaria as melhores para ler no ar. Assim nasceu o National Story Project.
O resultado superou todas as expectativas: em um ano, Paul Auster recebeu mais de quatro mil histórias. Eram relatos engraçados, encontros milagrosos, sofrimentos, sonhos, quase sempre narrados de forma direta e crua, sem pretensões literárias. Diante da riqueza do material e da impossibilidade de ler todos os textos no rádio, Auster decidiu publicar um livro com as melhores histórias.
O escritor dividiu o livro em dez temas: Animais, Objetos, Famílias, Humor, Estranhos, Guerra, Amor, Morte, Sonhos e Meditações. Cada história é pequena o suficiente para caber no bolso. Tal como as fotos de família que carregamos na carteira , diz Auster na Introdução. A edição brasileira de Achei que meu pai fosse Deus inclui 121 textos dos 179 originalmente selecionados por Auster.
Difícil pensar num livro tão simples e tão óbvio, tão excelente na intenção e tão elegante na execução, tão cheio de sabedoria e de conhecimento da vida humana em toda a sua variedade. - The Guardian
Um livro poderoso. Estranhos revelam os segredos mais íntimos, as memórias mais felizes, os medos, os remorsos. Ler esses relatos é como olhar dentro da alma, é ver com os olhos do outro, é viver a vida de outras pessoas. - The Boston Globe
Editora: Companhia das Letras/Schwarcz
Código de Barras: 9788535906103
Coleção:
ISBN: 9788535906103
Edição: 1
Encadernação: BROCHURA
Idioma: PORTUGUÊS
Altura X Largura X Profundidade: 21,00 x 13,50 x 2,50
Ano: 2005
Nº Páginas: 394
Origem: Nacional
Peso: 475 g.