Os conhecedores da obra de Manuel Bandeira sabem que sua poesia admite de tudo - desde as lembranças de um passado remoto até a crença de um futuro promissor; as coisas palpáveis do dia a dia e também as imaginárias e as dos sonhos.
A aranha e outros bichos tem um pouquinho disso tudo - histórias de sonhos e de bichos - andorinha, pardal, cotovia, cães, porquinho - da índia, cigarras, gatos. Cloc, cloc, cloc... Saparia no brejo? Não, são os quatro cãezinhos policiais bebendo água.