Quem é que ainda não conhece a história dos três porquinhos? Daqueles irmãos que são atacados pelo lobo mau, o grande vilão que sempre sai perdendo? E isso acontece em todas as histórias para crianças. Mas o lobo mau já está cheio de fazer papel de bobo. Agora o caso é outro, pois chegou a vez deste eterno perdedor! (Pelo menos é assim que ele pensa...)
O lobo começa a história com uma ameaça: Chico, Checo e Chaco, eu vou comer vocês três! Não adianta fugir, seus porquinhos, que agora é a minha vez! . Soprou a casa do Chico, que era de papel. E comemorou: Eis! Eis! Eis! Agora é a minha vez! . E do coitado do Chico... Não sobrou nem um tico. O Checo não foi mais esperto, fez sua casa de papelão. E lá foi o lobo: Eis! Eis! Eis! Agora é a minha vez! . E, nheco! Lá se foi o coitado do Checo.
Mas é lógico que essa história não pode terminar assim. Pois o inteligente do Chaco fez uma casa de concreto. Mesmo assoprando a cidade inteira, o lobo não vai conseguir seu jantar.
Nesta versão da lenda dos três porquinhos, a brincadeira é nova: a cada página virada, dobraduras-surpresa saltam para fora do livro.